terça-feira, 11 de outubro de 2011

Dicas para arrumar a mesa no almoço de domingo


Por Vivien Hermes
Reportagem visual: Janaína Resende
Fotos: Marcos Resende
Para tornar um almoço inesquecível, invista nos detalhes. Comece combinando as cores da louça com a da toalha – o arranjo de flores segue os mesmos tons. Um jeito moderno é trocar a toalha pelo jogo americano, porém sem sobrepor as peças. Em vez de levar as travessas à mesa, sirva os pratos prontos – fica mais bonito e você não precisa de uma mesa enorme!



Além de encher os olhos, uma mesa arrumada traz os utensílios organizados de modo prático para o uso. A entrada, que pode ser uma salada, é degustada no prato fundo (1) e com os talheres menores, que ficam mais afastados dos pratos. Coloque facas à direita do conjunto (2), com a parte serrilhada voltada para dentro, e garfos à esquerda. A taça mais próxima dos pratos é a de água e, à direita dela, fica a de vinho (3)

O segredo do arranjo

Amarre firmemente a parte superior do buquê de rosas e alstroemérias com um arame revestido. Esconda-o sob fios de palha e ponha o arranjo em um vaso com dois dedos de água e bolinhas de gel.

             
Após preparar todos os detalhes, passe na Di Capri e compre algum de nossos produtos. Você pode fazer um jantar temático com as delícias arábes da Attallah, ou escolher uma boa massa do chef Antonello. São pequenos gestos que fazem a diferença. Faça o seu para quem você ama.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Salmão

Nome científico: Salmo salar


O salmão é um peixe da família Salmonidae que nasce nos rios e, em torno de 5 a 6 anos, migra para o oceano em busca de alimentos, voltando para a água doce apenas em época de reprodução.


 Este peixe é muito apreciado tanto pelo seu sabor como pelo tom alaranjado de sua carne. Originalmente, o salmão é um peixe de carne branca e a sua coloração é adquirida ao longo do tempo com a alimentação do peixe. Os camarões consumidos pelo salmão possuem um pigmento armazenado nos músculos ou na casca chamado astaxantina – proveniente das algas e organismos unicelulares ingeridos pelos camarões. Quando estes camarões são consumidos, o pigmento – que é um carotenoide – é armazenado no tecido adiposo deste peixe, dando-lhe a coloração característica.

Entretanto, o salmão só existe naturalmente em águas frias e em alto mar – o que representa 5% do salmão comercializado nos EUA e praticamente não chega ao Brasil. A maioria da carne comercializada deste peixe é criada em viveiros artificiais e tem sua coloração  adquirida através do consumo de uma ração com aditivos sintéticos que derivam do petróleo. Pesquisadores afirmam que esta coloração artificial não representa riscos significativos à saúde, pois seria necessária uma dose muito alta do corante para causar danos ao organismo. Além disso, a coloração artificial não fornece o carotenóide ao peixe, alterando sua composição nutricional.

Nutricionalmente, o salmão é um peixe rico em ômega 3 – um tipo de gordura benéfica ao organismo, relacionada com a diminuição de problemas cardiovasculares. Além disso,  como é uma característica comum dos peixes, apresenta um baixo nível de gordura saturada, uma quantidade considerável de ferro e outros minerais e apresenta proteínas de boa qualidade e de fácil digestão, ou seja, é um alimento que tem sua proteína bem aproveitada pelo organismo e que pode ser considerado um alimento leve.

Porém, o consumo do peixe na sua forma crua pode representar um risco para a difilobotríase – uma verminose adquirida através do consumo de peixes crus ou mal cozidos que possam, eventualmente, ter sua carne contaminada. Vale destacar a importância de comprar sempre peixes frescos e em bom estado de conservação. 

 
Na culinária, é bastante utilizado na cozinha oriental, principalmente em preparações cruas, mas também pode ser preparado de várias outras formas: cozido, assado, ao molho, em sanduíches, etc.




Composição nutricional em 100g do alimento cru:

 Energia
Carb. 
Ptn. 
Gord. Totais 
Gord. Saturadas 
Gord. Trans 
Fibra 
Sódio 
 (kcal)
 (g)
 (g)
 (g)
 (g)
 (g)
 (g)
 (mg)
 142,0
 0
20,0 
6,3 
1,0 
 0
44,0 





Fonte: Nutriçãoemfoco.com.br

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Mostarda


Semente Branca ou Amarela
Semente Preta ou Marrom 



Nativa da Europa e do sudoeste da Ásia e cultivada em regiões temperadas, é bem conhecida desde a Grécia antiga como condimento e para usos medicinais, freqüentemente referenciada no Novo Testamento e em escritos gregos e romanos.

É uma planta anual com pequenas sementes. Duas variedades são utilizadas: semente amarela e semente marrom. A amarela é freqüentemente chamada de branca, e a marrom, de preta.

A mostarda seca é uma mistura de duas variedades, de moagem muito fina e de alta qualidade. Da variedade amarela, são utilizadas as sementes inteiras. São plantas pequenas com sementes redondas, de sabor pungente.

É encontrada como mostarda seca (geralmente chamada de farinha de mostarda) e sementes de mostarda.

A palavra mostarda deriva do latim mustum ardens, ou mosto ardente. Esta especiaria foi assim chamada porque, como as sementes eram pisadas com sumo de uva não fermentado, suas propriedades picantes desenvolviam-se e, por isso, "faziam arder".

Sementes de mostarda  representam não apenas quantidade, mas também força.

Usos

Sementes de mostarda são usadas no preparo de picles de pepino, legumes, carne grelhada, salada de couve, batata e repolho cozido em água.

A mostarda seca dá um sabor especial a pratos com ovos e queijo, coberturas para saladas, aperitivos, carnes, aves e molhos de legumes.

A mostarda branca é usada no preparo das mostardas americanas e inglesas, mas nunca nas francesas mostardas de dijon. No Brasil utiliza-se a amarela.


Fonte: Portal São Francisco 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pão Francês


A receita do pãozinho hoje mais consumido no Brasil surgiu no início do século XX, provavelmente perto da Primeira Guerra Mundial, por encomenda de brasileiros endinheirados que voltavam de viagem a países da Europa.
Até o fim do século XIX, o pão mais comum no Brasil era completamente diferente, com miolo e casca escuros. Na época, era bastante popular em Paris um pão curto com miolo branco e casca dourada - espécie de precursor da baguete, atual predileção dos franceses. Os viajantes de famílias ricas que voltavam de lá descreviam o produto a seus cozinheiros, que tentavam então reproduzir a receita pela aparência.
O resultado foi a invenção do pão francês brasileiro. Em algumas regiões do país ele se difere de sua fonte de inspiração européia, por poder levar um pouco de açúcar e gordura em sua composição. Com o tempo, o novo pão foi ganhando apelidos locais diferentes, como pão massa grossa(Maranhão) cacetinho (Rio Grande do Sul), pão careca (Pará), médiafilãopão jacó (Sergipe), pão de sal, ou pão carioquinha (Ceará) em diferentes cidades do Brasil.
Conforme a portaria 146 do INMETRO de 20 de junho de 2006, o pão francês só pode ser vendido por peso (no território brasileiro).

Fonte: wikipédia

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Frutas


Não há dúvida que comer fruta é algo muito importante e indispensável, sobretudo, se deseja desfrutar de uma boa saúde e de, definitivamente, uma saúde muitíssimo mais saudável.
Assim o recomendam, de fato, muitos nutricionistas. E é que se devem consumir, pelo menos, 3 peças de fruta a cada dia, para assegurar a nosso organismo o correto aporte em vitaminas e minerais que necessita diariamente.
Neste sentido, são muitíssimos os benefícios das frutas que, particularmente, encontramos nestes pequenos mas grandes alimentos.
A importância de comer fruta
A recomendação dos especialistas em nutrição e dietética fala de consumir um mínimo de 400 gramas diários de fruta, o que se traduz em, pelo menos, aproximadamente 3 peças diárias.
Mas, Por que é tão incômodo pensar em comer a fruta que necessitamos diariamente? Talvez possa ser que nos custa comer, porque se estraguem facilmente, ou porque não caibam no bolso…
Por colocar só alguns simples exemplos, as frutas são alimentos reguladores e ativadores das funções vitais, além de protetores. São ricos em vitaminas, minerais e fibra, além de micronutrientes essenciais.
Isto ajuda a combater os radicais livres, os quais são responsáveis dos danos celulares que, em algumas ocasiões, podem ser irreversíveis.
Isso interiormente, porque em nível exterior, a fruta também nos ajuda a cuidar a pele, do cabelo, as unhas… E o que é ainda melhor, contém pouquíssimas calorias.

Fonte: tudogeral.com

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Escalope


O esca­lope é um corte de carne fino, sem osso, pre­pa­rado do lombo, do filé-mignon ou de qualquer outro corte de carne macio o sufi­ci­ente, como o coxão mole. As pala­vras sca­lop­pine, em Ita­li­ano, e esca­lope, em fran­cês, referem-se ao mesmo corte e são usa­das de acordo com o estilo do menu. Os esca­lo­pes são cos­tu­mei­ra­mente cor­ta­dos de atra­ves­sado, em diagonal.
Frenquentemente, os esca­lo­pes são bati­dos para que tenham gros­sura uni­forme em toda a super­fí­cie, de modo que pos­sam ser rapi­da­mente sau­tés ou fri­tos. O pail­lard é um esca­lope batido gre­lhado, e não sauté ou frito. Ajuste o peso do bate­dor de carne e a força da batida de modo a cor­res­pon­der à deli­ca­deza da carne. Os esca­lo­pes de peru (fatias de peito de peru), por exem­plo, reque­rem toque mais deli­cado do que os de porco.


Geralmente os escalopes são dispostos na travessa de serviço um sobre o outro em formato de "escadinha" para melhorar a apresentação do prato.

Fonte: Revistaidéias

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A história da Pizza

Se existe um prato que é quase uma unanimidade nacional na aceitação é a pizza. E sempre que falamos nela, lembramos dos italianos, mas não foram eles que inventaram essa delícia, nem ela surgiu com as características que conhecemos: massa fina, molho de tomate, queijo derretido, recheio e uma pitada de orégano por cima. Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de 6 mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão” que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza.

Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.

Na sequência, padeiros mais criativos começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes da região.

A fama de Nápoles correu o mundo e, assim, surgiu a primeira pizzaria. Ela era um grande ponto de encontro de artistas da época. Entre eles, estava Alexandre Dumas, que até mesmo citou em uma de suas obras algumas variações da pizza. Por muito tempo, ela era vendida em padarias e barracas de rua e consumida no café da manhã. De Nápoles para o resto do mundo foi “um pulo”, pois os imigrantes a levaram para vários países e a popularizaram.

Ela chegou aos EUA, assim como ao Brasil, por intermédio dos imigrantes italianos. Por muito tempo, só se encontravam pizzarias nos redutos e colônias italianas. Hoje, essa famosa delícia está em qualquer lugar das cidades.

O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho desde 1985.

Fonte: aprendebrasil.com.br